quinta-feira, 4 de abril de 2013

Guia Visual: Vietnã e Angkor Wat (Dorling Kindersley)








SinopseO Guia Visual Vietnã e Angkor Wat apresenta o melhor do país, desde sua arquitetura, montanhas, trilhas, praias, mercados, até os templos e toda sua religiosidade. Dividida por áreas - Ho Chi Minh, Delta do Mekong e sul do país, Hanói, centro, norte e Angkor - a publicação oferece várias opções de hotéis, bares, cafés e restaurantes, indicando também como usar os meios de transporte, os telefones e o correio. O guia traz grande variedade de sugestões de lazer, como festas típicas, reservas naturais e passeios temáticos, mapas e perspectivas que ajudam a explorar detalhadamente cada local, além de 600 fotos coloridas.






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terça-feira, 2 de abril de 2013

A Incrível Viagem de Shackleton (Alfred Lansing)








SinopseA mais extraordinária aventura de todos os tempos No verão de 1914, Sir Ernest Shackleton parte a bordo do Endurance em direção ao Atlântico Sul. O objetivo de sua expedição era cruzar o continente Antártico, passando pelo Pólo Sul, mas pouco antes de alcançar sua base original, o Endurance fica preso no gelo e acaba sendo destruído. Por quase seis meses, Shackleton e sua tripulação sobrevivem nas placas de gelo em uma das mais inóspitas regiões do mundo, até que conseguem iniciar sua tentativa de salvação nos botes salva-vidas. O livro de Alfred Lansing é o mais extraordinário relato dessa odisséia. Através dos diários e entrevistas com alguns membros da expedição, Lansing reconstrói os meses de ansiedade e trabalho duro que a tripulação do Endurance enfrentou. Com recursos escassos, seu desafio de sobrevivência era imenso. Em uma narrativa fascinante, Lansing descreve como Shackleton conseguiu que, após quase dois anos do início da viagem, todos retornassem com vida.




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leia trechos do livro




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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Museu D´Orsay, Paris (Simona Bartolena)











SinopseO Museu d'Orsay abriu ao público no dia 9 de dezembro de 1986, em Paris, exibindo uma grande diversidade de obras da arte ocidental, criadas entre 1848 e 1914. O acervo foi formado com peças do Museu do Louvre, do Museu do Jeu de Paume e do Museu Nacional de Arte Moderna francês. No centro de Paris, às margens do rio Sena, e na margem oposta ao Jardim de Tulherias, o museu foi instalado na antiga estação de trem d'Orsay, construída em 1900. Em 1975, surgiu a ideia de criar um museu para a arte do século 19 e a estação estava ameaçada de ser destruída e substituída por um grande complexo de hotéis modernos. Ao invés disso, os franceses voltaram a se interessar por ela, e a construção foi preservada. O Museu d'Orsay tem 57 mil metros quadrados, que em 2008 receberam a visita de mais de três milhões de pessoas. Em seus 22 anos de existência, o museu recebeu mais de 60 milhões de visitantes. O acervo engloba obras de artistas nascidos entre 1820 e 1870, salvo algumas exceções como Matisse, que apesar de nascido em 1869, tem apenas uma pintura em exibição, "Luxúria, Calma e Volúpia", que marca a transição entre o Museu d'Orsay e o de Arte Moderna. Com uma ala dedicada à fotografia, o Museu d'Orsay foi o primeiro dos museus de arte da França a ter uma galeria permanente dedicada ao tema, e foi considerado inovador pela iniciativa. No entanto, o museu, que hoje é o grande detentor de obras dos impressionistas no país, no início era receoso em admitir obras tão revolucionárias em seu acervo quanto a "Olympia", de Manet. Mais tarde, a própria instituição passou a adquirir obras de Manet, Monet, Puvis de Chavannes e muitos outros.













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sexta-feira, 29 de março de 2013

Chocolate Uma saga agridoce preta e branca (Mort Rosenblum)





 SinopseNesta narrativa deliciosa,  Mort Rosenblum, o premiado autor de "Azeitonas" e de "Um Ganso em Toulouse", mergulha no complexo universo do chocolate. Ele nos apresenta as diferentes variedades de cacaueiros, os inúmeros tipos de chocolates e os efeitos destes sobre a mente, o coração, a silhueta e a libido. Do mole problano – galinha com chocolate e chile –, do antigo México, que leva dias para ficar pronto, aos sofisticados palets d’or franceses – pequenos quadrados, com recheio cremoso, dentro de uma cobertura dura e fina de um sedoso chocolate –, que têm inscrições feitas com pedacinhos de ouro puro, passando pelos impérios Hershey, Godiva e Valrhona, Rosenblum traça o caminho do chocolate desde suas origens até os dias de hoje. Entre os maias, as sementes do cacau eram moeda-corrente e iam para o túmulo com os reis. Os astecas consideravam seu cocahualt sagrado. A bebida, preparada com as sementes do cacau, podia
incluir farinha de milho, chiles apimentados e especiarias aromáticas. O suposto efeito afrodisíaco do chocolate apimentado dos astecas inflamou a imaginação dos espanhóis. Há depoimentos afirmando as propriedades fortificantes e antifadiga do chocolate. Reis e rainhas em toda a Europa eram reconhecidos choco-dépendant, o que poderíamos chamar de chocólatras com classe. Recentemente os cientistas confirmaram o que os amantes de chocolate sabiam desde o início: o "negócio" é bom mesmo para a saúde. É o presente preferido entre os namorados, tem mais antioxidantes do que o vinho tinto e contém feniletilamina, molécula produzida no hipotálamo que detona no corpo a mesma sensação estonteante que experimentamos quando localizamos, numa sala cheia de pessoas, o objeto de nossa afeição. No final das contas, nada se compara ao chocolate.








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