Sinopse: O Museu Egípcio foi criado pelo governo do país em 1835 e, atualmente, exibe a maior coleção de antiguidades faraônicas do mundo, com mais de 120 mil peças. Entre as mais importantes estão artefatos das tumbas dos faraós e de membros da família real, como Tuthmosis 4, Amenhotep 3 e Horemheb. Só na tumba de Tutankamon foram encontradas 3.500 peças, sendo que 1.700 delas são exibidas permanentemente no museu. O prédio que sedia a instituição localiza-se no Cairo, tem dois pisos principais e foi construído em 1900, no estilo neoclássico, pelo arquiteto francês Marcel Dourgnon. No térreo os visitantes encontram uma extensa coleção de papiro e moedas usadas no mundo antigo. Os papiros são geralmente fragmentos, devido ao desgaste que o material, delicado, sofre com o tempo. Já as moedas foram forjadas em materiais como ouro, prata e bronze, com inscrições em grego, latim, arábico, e hieróglifos. Esse material foi utilizado por pesquisadores para recriar rotas de comércio no Egito Antigo, buscando entender melhor a relação do Império com outros povos. No piso térreo, também são exibidos os artefatos do Novo Reinado, período entre 1550 e 1070 antes de Cristo. Os objetos dessa época, tal como estátuas, mesas e sarcófagos, são geralmente maiores do que os criados em séculos anteriores. No piso superior estão os objetos encontrados no lendário Vale dos Reis, pertencentes às duas últimas dinastias do Egito Antigo. Lá estão as joias e tesouros do faraó Amenophis 2º e da mais famosa rainha egípcia, Hatshepsut. Os grandes museus do mundo têm espaço em sua coleção para a arte egípcia, mas, além disso, existem outros dois museus exclusivos para ela fora do seu país de origem. Um deles é o Museo Egizio, localizado em Turim, na Itália, e o outro é o Ägyptisches Museum und Papyrussammlung, também conhecido como o Museu Egípcio de Berlim, na Alemanha.
Sinopse: O Guia Visual Nova Zelândia apresenta mais de 1.000 fotos coloridas, com o melhor do país. Traz indicações de hotéis, bares, restaurantes e cafés para todos os bolsos. Explica ainda como utilizar os meios de transporte, telefones e trocar a moeda. Inclui também informações sobre a prática de esportes, vida selvagem, parques nacionais, praias, florestas, cultura maori e muito mais. O guia ainda traz mapas e guias de rua que ajudam a desfrutar as paisagens incríveis das ilhas da Nova Zelândia com segurança.
Sinopse: Imagine passar um dia inteiro em um mundo diferente do seu, onde as pessoas vivem outra realidade, enfrentam outros desafios, mas procuram a felicidade exatamente como você. É assim que toda viagem deveria ser: um encontro de novas verdades, um aprendizado sobre o ser humano e o planeta em que vivemos. "Vinte e Quatro horas em Havana" poderia ser indicado como um mero guia de viagem para quem pretende conhecer a capital cubana, mas como a cidade está longe de ser convencional, este livro também não se limita à mesmice dos guias comuns. É uma obra sobre descobertas, perguntas a serem feitas, detalhes que devem ser observados. Mais do que uma simples apresentação da cidade, é um livro indicado tanto para quem quer se perder nela, desbravar suas ruelas e descobrir o seu povo quanto para aqueles que querem simplesmente conhecer um pouco mais sobre esse mundo paralelo chamado Cuba sem sair do sofá de casa.